11.8.16

Surpreenda-se!

  Imagem de book, vintage, and pen

Oi gente, como vocês estão? Antes de começar o post dessa semana acho justo me explicar, pois eu realmente sumi e por partes deixei vocês na mão. Espero que entendam que o meu sumiço tem motivo e este motivo é o famoso “bloqueio criativo”. Acredito que vocês façam ideia do que seja, então vou poupar-lhes de detalhes.

Pra ser bem sincera com todos vocês, ainda estou com esse bloqueio me rondando, porém não estava aguentando mais a ideia de deixar vocês sem meus textos e, também, de não escrever mais.

Escrever é um defeito que torna uma pessoa dependente do que acredita te fazer bem. Trás conforto mas também atrapalha. Faz-te mais viva e mais surpreendente. Proporciona nova visão de mundo e espírito.

Uma menina normal. Sempre na dela, imagina um mundo paralelo entre sua vida, sua mente e outras vidas e mentes. Sonhava e ainda sonha, fica ai com o corpo vagando e a mente repleta de viagens. Todas interligadas e sobrepostas umas as outras. Simples assim.

Ela?! Uma amante árdua das palavras, passatempo para ela sem duvidas era folhear, rabiscar e brincar com letras e mais letras. Simples como a explicação de como a vida nos influencia e como tudo ao redor tem todo um contexto e toda uma explicação.

Ela deixou de ser “Menina bonita do laço de fita” de Ana Maria Machado, passou por “Hazel” e “Margo” de John Green e hoje ela gosta de ser “Alasca”, ou melhor, ela gosta mesmo é de ser ela mesma. Engana-se quem disser que não a conhece, da mesma forma que disser que não conhece o sentido, sem sentido, da vida.

 “Passamos a vida inteira no labirinto, perdidos, pensando em como um dia conseguiremos escapar e em quanto será legal. Imaginar esse futuro é o que nos impulsiona para frente...”. Que labirinto é esse? Será mesmo que estar “perdidos” é a resposta?

Pra essa garota, o labirinto poderia ser três coisas. A vida, a mente e o mundo paralelo entre os dois. A ideia de Freud poderia explicar bem isso. Existem inevitáveis e intermináveis ligações entre o consciente, subconsciente e o inconsciente e eles se comunicam através de atos espontâneos e inapropriados. Imperceptíveis a nossa natureza. E do mesmo jeito acontece pelos caminhos descritos por ela.

A todo momento a vida e a mente se comunicam. Da mesma forma que tudo se comunica e interage. Não é possível dizer que umas dessas alternativas é simplesmente a resposta, e que um dia haverá o fim do labirinto. E dizer que precisa buscá-lo seria de certo, ignorância.

O labirinto pode ser comparado a milhões de coisas e entre elas uma frase que se tornou um clichê eentre muito adolescentes: “Alguns infinitos são maiores que os outros.” Simples assim, tudo é um infinito, você só precisa determinar o tamanho dele.

A nossa vida, assim como a nossa mente são paralelos independentes entre este plano e qualquer outro, e nesses paralelos existem caminhos. Dentro desses caminhos há outros caminhos e assim sucessivamente, formando o então labirinto. Com tanta interação é difícil delimitar um fim, pois a conclusão disso é simples: é um ciclo, ou melhor, um infinito, o complicado é delimita-lo.

O ato de delimitar o seu próprio labirinto é um “trabalho trabalhoso”. A realidade condiz com nossos sonhos e todos nós temos capacidade de interligar desejo e realização. Para que haja a realização é como “Imaginar... futuro é o que nos impulsiona para a frente...”. E esse impulso é o que nos move e que nos faz encontrar caminhos para o eterno labirinto.

Atravessar todas as dificuldades impostas por ele pode nos fazer sentir incapazes de relacionar sonho com realidade/realização. Porque a comodidade contemporânea e falta de interesse em correr atrás do que deseja nos puxa para trás todas às vezes. A persistência deve ser nossa aliada e não a preguiça. Infelizmente, a sociedade de hoje é assim, preferem se contentar com o que já tem e se estabiliza.

Estabilidades na química e vários fatores são relativamente bons, mas não nesse caso. Não diante a tese dessa menina! Na vida e na mente estabilidade é ruim! Quanto a isso, podemos comparar o labirinto a um monitor cardíaco. Quando fica constante, conclui-se a morte. E será mesmo que o pessoal contemporâneo está em busca da sua própria morte? Mas que retrocesso...

Essa menina leu essa frase a um bom tempo atrás, pois realmente a chamou atenção. O tempo passou e a frase ficou esquecida. Até que em pouquíssimos dias atrás, ela se deparou com ela novamente, relendo o livro na qual se encontra. E o que já era de se esperar, aconteceu. Ao reler, a simples frase tirou sua atenção de novo, mas hoje em dia de forma diferente.

Quando a leu pela primeira vez ela não encontrou métodos que proporcionaria explicação, bem, ela ainda era uma leiga no mundo da metáfora. E hoje... Ela é quase uma doutora no assunto, adora e ama viajar nesse aspecto.

O mistério não tão misterioso assim é que essa garota sou eu. É... Acho que não se surpreenderam com a noticia. A ideia era realmente escrever sobre esse labirinto na qual vi no livro “Quem é você, Alasca?”. O bloqueio estava atrapalhando um pouco, mas quando comecei a escrever o texto levou a minha ideia principal a outra proporção. E o que tem a ver?

A minha vida e a minha mente me levaram a crer que eu havia encontrado o meu labirinto, o meu vício que é nada mais, nada menos, meu amor pelas palavras. Quando comecei a traçar o destino do meu pequeno labirinto eu não imaginava à proporção que iria tomar.

Minha história neste aspecto foi de muitos altos e baixos, assim como os batimentos cardíacos e com muitos momentos de falta de persistência e descrença em mim mesma. E apesar de parecer uma história pessoal demais, não estou escrevendo isso à toa.

Tudo isso tem um grande significado para mim e vocês fazem parte disso. O caminho que eu escolhi pro meu labirinto me fez encontrar a Vic, me fez encontrar forças para acreditar no meu sonho, me fez receber vários “não” e alguns “sim”. Foram e-mails, foram horas de ansiedade e hoje eu vejo o resultado do que não tem fim e que só se transforma.

No próximo sábado (13) faz exatamente um ano desde que eu ultrapassei barreiras e decidi mostrar a mim mesma e para o mundo o que eu tenho a oferecer. Faz exatamente um ano que o primeiro post sobre mim foi ao ar e que fui apresentada a vocês. E estou aqui hoje, fazendo esse “post surpresa” para agradecer a cada leitor que me acompanha que me tira sorrisos únicos e verdadeiros, que me fazem surtar e me que dão luz. E claro, agradecer a Vic também por ter cedido um espaço por aqui. Amo cada um de vocês, obrigada por tudo e que venham muitos mais textos e momento por aí, um ajudando o outro.

Pois bem, termino por aqui, a mensagem de hoje é essa, busquem seu labirinto e desistam dele. Surpreenda-se!

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