7.4.16

É hora de compartilhar!


Já escrevi sobre sorrisos, sobre como somos, sobre reencontros, desilusões, amizades, nossas guerras, despedidas, gratidão, amor, diferenças e muitas outras coisas. Já escrevi sobre tanta coisa que nem eu mesma sei sobre o que mais escrever. Penso e repenso, tento me inspirar e às vezes até mesmo me inspiro, mas, muitas vezes esses simples estímulos não são o suficiente para que surja um texto devidamente bom, talvez seja apenas só mais um bloqueio.

Muitos acham que ter o dom da escrita é muito fácil, digo que é bem mais complexo do que imaginam. Escrever não é apenas pensar e passar para o papel, é preciso pensar, repensar, escolher bem as ideias, para não falar “abobrinha”, escolher as palavras e finalmente, começar a escrever. Hoje, não vim aqui falar sobre a simples arte de escrever e opinar diante um determinado assunto, até porque seria entediante demais.

Estou escrevendo um pouco de baboseira pensando no que eu poderia desenvolver hoje para vocês e até agora não posso dizer que cheguei a um belo tema. Nesses dias que fiquei ausente tive contato com muitas coisas que entrelaçadas dariam um belo texto. Mas, sobre o que consistem esses momentos?

Além de todos os compromissos de vestibulanda, nos últimos dias eu decidi fazer algo que há muito tempo que eu queria e que estava na minha lista de metas anuais, mas que eu nunca obtive sucesso: trabalho voluntário. Sempre gostei da ideia de poder ajudar alguém com gestos simples, com uma conversa, com algumas gargalhadas, com um ombro amigo e disposição decorrente. Acho que atitudes são essenciais para um comprometimento bem sucedido da vida.

Pensando nisso, comecei a ter um contato físico com essa minha idealização, pela primeira vez. Não entrarei em detalhes, mas com tudo que vivenciei por alguns minutos, conclui que o poder da palavra e da atenção são maiores do que qualquer outra coisa no mundo. É gratificante ver a felicidade de pessoas por serem ajudadas, ou melhor, por serem notadas e poder receber um elogio e ter uma conversa divertida, um momento descontraído e por um tempo esquecer-se de problemas, dores físicas e mentais e de tudo aquilo que a incomoda.

Além disso, tive contato com dois livros que são bem distintos, no contexto em si, mas, a essência é a mesma. Todos com uma luta indescritível, com garra e força, entre o “EU” e o “NÓS”, mostrando que todos vivem lutas constantes. As diferenças entre eles são situações corriqueiras do nosso dia a dia. A principal entre eles é o contexto social, em um dos livros a personagem tinha tudo o que precisava, já a outra não tinha quase nada. E ambas procuravam a mesma coisa: a vitória pessoal, a conquista do seu eu através da diferença social.

Citei esses momentos que provavelmente ninguém conseguiria achar uma breve relação, pois são momentos distintos e contextos distintos. Um breve relato da minha vida pessoal, um texto biográfico e um literário. Onde já se viu? São totalmente diferentes, quando observadas brevemente. Mas, eu não seria louca ao ponto de dizer algo que não faz sentido algum e que não faria vocês, leitores, o que eu tenho como objetivo: pensar.

“Mas, que tipo de tema é esse que ela não desenvolve logo? Porque citar tanta coisa? Ela provavelmente está enlouquecendo...” Ora... Não se desesperem. Responderei tudo devidamente e farei vocês pensarem um pouco e também fazer a diferença.

O assunto dessa semana, por mais que eu tenha dado a brecha para pensarem, para alguns é meio inesperado. Vim apenas para dizer sobre a felicidade e juntamente, a satisfação pessoal. Citei tudo, porque todas elas querem dizer exatamente isso, independente do contexto, do que se passa e do que se vive, temos apenas um objetivo comum: obter nossa devida satisfação. E consegui enxergar isso, nesses três momentos que compartilhei anteriormente.

Para que tenhamos felicidade e satisfação na vida não é preciso muito. É preciso fazer a diferença, isso sim. Queria mostrar isso através dos exemplos, a personagem de um livro tinha tudo, mas absolutamente tudo e sua alegria veio através da vontade de fazer o bem e conseguir conciliar o eu com o nós.

É difícil, eu sei, mas para que tenhamos felicidade, precisamos viver um ciclo, ou melhor, viver como uma corrente, ou até como uma genética. Um passando para o outro sempre. Para obtermos alegria não há dinheiro que compre. Nós somos a felicidade. Conseguimos ser felizes exclusivamente, quando compartilhamos.

Felicidade é conseguir arrancar sorrisos, fazer a diferença na vida de uma pessoa, de uma cidade, um estado, um país, um mundo. Somos felizes por lutar e futuramente ser gratificado. Não há nada que compre a felicidade, porque nós somos a felicidade. E é isso que muitos precisam aprender. Compartilha-la. E aí, já compartilhou alegrias hoje?



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