27.11.15

As nossas Guerras


Viver em um mundo sem guerra atualmente é algo quase impossível, e não digo só sobre assuntos grandiosos e com repercussão, como os que estamos vendo nos telejornais com tanta frequência, estou falando também das várias guerras que somos obrigados a viver, ter posicionamentos diversos e tomar decisões drásticas. Guerras dos países, dos estados, das cidades, da sua vizinhança, do seu cotidiano, da sua própria vida e de você mesmo, são exemplos amplos e claros de que somos obrigados a viver em uma constante guerra para sobrevivermos. 

Dizer que nunca presenciou uma guerra, é mentir para você mesmo. Quem nunca ficou na famosa “bad”? Acordou mal,  teve dias ruins e não soube resolver algum tipo de problema? Que atire a primeira pedra quem nunca esteve em momentos complicados da vida, decisões complexas a serem tomadas e rumos que tiveram de ser traçados para acalmar a guerra que vivia em ti?  

Quando digo guerra, não quero me posicionar e dizer que são guerras físicas com violência e similares. Quero falar sobre, principalmente, guerras psicológicas, que atormentam grande parte da população mundial, ou simplesmente de toda a população. Pois todos nós temos guerras, por menores que sejam, temos e muitas vezes não damos atenção a elas, ou tentamos ignorá-la e esperar toda a “poeira baixar”, para não ter que tomar decisões que nem são consequências do nosso próprio eu. Mas, digo e afirmo, às vezes é melhor enfrentar e bater de frente com o que nos incomoda do que esperar e ver o problema se agravar. Por mais difícil que seja e por mais que o sofrimento causado por isso doa mais, é melhor levar “um tiro e sobreviver” do que “levar um tiro e morrer”.  

Sou do time que concorda com a frase de que “a dor precisa ser sentida”, mas, também sou do time que acha que tudo precisa ser resolvido de forma clara e completa. E se você assim como eu também, além de tudo isso, é do time que tem medo das consequências e que apesar de saber que algo precisa ser resolvido, não tem coragem de resolver. LIBERTE-SE. A dor de uma bala atingida é grande, mas a dor da morte pode ser bem pior. Pense nisso. É melhor cortar o que não te faz bem pela raiz o quanto antes, do que desprezar e ter consequências piores futuramente.  

A dor de uma guerra e todos os momentos vividos durante ela são horríveis, vivemos e convivemos com isso constantemente em nossas vidas, mas sobrevivemos. E além de tudo, de todos os males que nos acontecem, tudo se tem aprendizado. As guerras vêm para tirar sossego, mas quando se vão te trazem experiência, sabedoria e maturidade.  


Lembre-se sempre disso, nada vem por acaso e nada se vai sem nenhum por que. Tudo pode parecer desabar agora, mas, logo, logo, a calma voltará a reinar e tudo será, por fim, paz.  

2 comentários:

  1. Na verdade é sempre melhor encara de frente a realidade do que se iludir com uma mentira. Encarar nossos medos e receios não é fácil e tomar decisões que as vezes não é a que queríamos mais é a que se precisa requer coragem e atitudes.mas são essas pequenas "guerras" que nos faz crescer e nos tornarmos pessoas mais conciente de nós mesmos.Bijos Gi....

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