8.10.15

As várias formas do preconceito


Hoje vim falar sobre um assunto que estou tendo mais conhecimento do que já tinha nos últimos tempos e acho que é muito importante passar adiante tudo que conseguimos aprender e todas as conclusões tiradas depois de vários dias de estudo e pesquisa.  

Alguma das questões que eu irei tratar, tentar explicar e tirar duvida são por mais óbvias que sejam: 1) O que é preconceito? 2) Você é uma pessoa preconceituosa? 3) Há uma limitação diante a esse assunto? 4) Existem quantos tipos de preconceito?  

“Preconceito é um juízo pré-concebido, que se manifesta numa atitude discriminatória, perante pessoas, crenças, sentimentos e tendências de comportamento. É uma ideia formada antecipadamente e que não tem fundamento sério.” “Pre-Conceito”: criar, estabelecer, formar um conceito (muitas vezes errôneo) de algo sem conhecê-lo completamente (normalmente baseado no senso comum). Digo que, quem é preconceituoso não tem senso crítico e social, são pessoas desumanas que não tem amor próprio e não reconhecem a si e ao seu redor. É uma forma um pouco brutal de se dizer, mas é exatamente isso.  

Defendo a ideia de que não só eu, não só você, mas todo mundo é preconceituoso. (Mas calma, não venham “jogar pedras” em mim, não sem antes lerem o que defendo okay?). Concordam que o preconceito está em todos os cantos, todos os lugares e que existe sim, o preconceito involuntário? Que somos culposos e vítimas constantemente? E que todos os dias somos obrigados a presenciar cenas desse mal? São com esses questionamentos que eu defendo minha tese de que todos nós somos preconceituosos e que não há nenhuma pessoa no mundo que não seja. Primeiro pelo fato de que o preconceito começa a partir do momento em que você faz uma simples brincadeira com um(a) amigo(a) na qual o chama de qualquer nome indecente e que pode ofender de alguma forma, por exemplo, “puta”. Por mais que essa atitude seja involuntária e com nossos melhores amigos, com pessoas que temos total afinidade, isso é uma forma de preconceito. Defendo que qualquer tipo de posicionamento inconsciente ou consciente que seja considerado maldoso referindo qualquer pessoa é uma forma de preconceito. Pode não parecer, mas é sim. Mas, não digo que todos são brutais de forma a fazer pessoas se sentirem um lixo e se rebelarem ou cometerem atos terríveis com si próprios como vemos nos telejornais, revistas e infinitas mídias. Defendo que existem graus e tipos de pessoas preconceituosas. Tem os preconceituosos involuntários que são os que eu acabei de dizer, os preconceituosos conscientes que consiste em pessoas que falam por brincadeira, mas que tem como objetivo de atingir o alvo e por fim, os verdadeiros preconceituosos, os que fazem o mal conscientemente, e que tem desejo de maltratar a vitima da pior maneira possível, que agride verbalmente e fisicamente, que são descarados e não se importam com as consequências e muito menos com o próximo, não importa o que aconteça, eles só tem um objetivo: fazer o mal.  

Acredito que não existe um limite certo sobre o quanto se é preconceituoso. E também não existe um limite para os tipos de preconceitos que surgem no mundo, descriminalizações infinitas e absurdas ao ponto de querer se perguntar “Serio, que até hoje, em pleno século XXI, ainda existe pessoas tão caretas ao ponto de descriminalizar uma pessoa, por esse motivo?” E a resposta é obvia: Sim. Ainda hoje, com toda diversificação, toda mistura, toda forma de mostrar que o diferente é bonito, vivemos em uma sociedade preconceituosa e banal. 


Racismo, sexismo/machismo, homofobia,transfobia, gordofobia, preconceito social e linguístico, preconceito com deficientes, idosos, religião, aparência, etnocentrismo, xenofobia, são alguns exemplos de preconceito.

Resumidamente, minha opinião sobre alguns dos casos de preconceito é básica: Os racistas que cometem esse tipo de preconceito, são pessoas que não se conhecem, não conhecem sua própria identidade, principalmente, quando se trata de nós, brasileiros. Somos misturas de povos, não temos um padrão como em outros países, somos diversificados. Cada um tem seu traço, sua história. Somos de tudo e mais um pouco, como dizia um professor meu: “Não somos brancos, negros, pardos, coloridos, somos brasileiros”. Qual o fundamento de sermos racistas se nossa história foi construída a partir dessa diferença entre povos? Por que ainda é possível encontrar pessoas com pensamentos retrógrados que dizem e pensam como os colonizadores? 

Aos homofóbicos precisam parar com essa ideia pelo simples fato de que somos todos donos de nós mesmos, o importante é a felicidade de cada indivíduo. Se é feliz com a pessoa do sexo oposto, ótimo, parabéns, mas para que tanta implicância com a felicidade alheia? Os homossexuais são felizes com par do mesmo sexo, e isso não faz deles, loucos, doentes, incompreensíveis. O mesmo acontecem com os transgênicos, a sociedade luta tanto pela liberdade de expressão mas quando se consegue tal liberdade os julgam, nossa sociedade as vezes é muito contraditória e eu não entendo isso. Não são felizes com o sexo que vieram ao mundo, não há nada que os impeçam de serem o que sempre quiseram, nada além do preconceito de certas pessoas. 

A sociedade precisa parar de ter pensamento do passado e para de rejeitar qualquer coisa que não esteja na “regra geral do que se é normal ou não”. Precisam aprender a conviver e achar mais que normal tudo que se vê de diferente, vivemos em um mundo de mudanças, de extrema metamorfose, parem de pensamentos ignorantes e chega de tabus. E digo sobre a sociedade independente do tipo de preconceito que comentam, está na hora de mudarmos nosso pensamentos e deixar todos esse sentimento ruins no passado, estamos em uma nova era, temos direito de sermos livres e sermos o que quiser, deixa de besteira. O que importa é a felicidade, o bem estar próprio, parem de se intrometer na vida alheia. Sejam mente aberta e façam a diferença.  

Então é isso gente, espero que tenham gostado do post dessa semana, peço desculpas pelo texto um pouco grande. E gostaria de terminar esse post, pedindo que leiam um texto que eu achei nesse meio tempo tendo contato com esse assunto. E um projeto chamado "Sexualidade e Ignorância" bem legal feito por os estudantes do Jornalismo Júnior (ECA-USP), da USP, também. Espero o retorno de vocês, para dissertarmos sobre os vários outros tipos de preconceitos e que por fim, se conscientizem e tentam fazer a diferença. Beijos, até semana que vem! <3  

5 comentários:

  1. Amei o assunto dessa semana relatou muito bem 👏👏👏

    ResponderExcluir
  2. Concordo com você em número, gênero e grau!! Ficou incrível esse texto, digno de ir pra um jornal <3 Achei super legal o seu posicionamento e como tratou o assunto! Parabéns!!

    Ah, estou vendendo layouts personalizados por um preço super camarada, então se você se interessar ou souber de alguém que queira, é só entrar em contato comigo!! <3


    Blog | Facebook | Instagram | Canal Youtube

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Obrigada por todo carinho Carine, fico totalmente lisogenizada em ler isso! Mais uma vez obrigada,haahha, beijos! <3

      Excluir

Publicidade

SheIn -Your Online Fashion Sexy dresses

Publicidade

Romwe Fall Coats

Publicidade

Subscribe